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| Hebert esteve em campo domingo passado pelo América de Rio Preto (Foto: Daniel Pinto) |
Hebert afirma que está ciente do que o aguarda, ao ser questionado sobre a situação do setor defensivo, que tem a média de dois gols tomados, por partida, o que tem irritado o torcedor. “Sou sabedor da cobrança, não apenas do setor defensivo, mas de todo o elenco, porque a gente sabe que o Paysandu não pode permanecer na Série C, é uma equipe grande, que tem projeção no cenário nacional. Mas isso não vale nada, se a gente não trabalhar o grupo todo empenhado para levá-lo a melhores condições”, manifesta.
O zagueiro cita que não está deslocado no Papão, pois conhece boa parte da turma. “Alguns eu tive oportunidade de jogar junto, outros contra. Conheço o Rafael Oliveira; o Alexandre Carioca, trabalhamos juntos no Volta Redonda; joguei Ba-Vi com o Ney e o Vanderson; joguei com o Ari. É o primeiro dia de trabalho, estou procurando me enturmar, para a adaptação ser o mais rápido possível”, afirma.
Hebert avisa que não estava parado e só depende da transferência para atuar pelo bicolor. “Estou em atividade desde janeiro, jogando quarta e domingo. Meu último jogo foi domingo passado, contra o Comercial de Ribeirão Preto. A documentação de transferência foi dada entrada hoje (ontem). Espero estar à disposição do professor Cosme”, diz, sobre a primeira partida da Copa do Brasil, contra o Penarol, dia 23, em Itacoatiara (AM).
DOL

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