Fica a pergunta: um clube que se vangloria no próprio hino de ter vencido o Peñarol do Uruguai, precisa mesmo padecer para triunfar em cima de um genérico debutante? O jogo foi daqueles de fazer o torcedor do Papão testar os nervos, visto que o time saiu na frente, com um gol de Sandro, que aproveitou um chute de Mendes, logo aos sete minutos. Mas, como sempre, veio a reação adversária. Ari cometeu falta e, aos 27, Pezão cobrou com perfeição à direita de Ney. O empate reanimou o Leão da Velha Serpa. Para completar, aos 46, é Sidny quem fez falta e Rondinelli cuidou de virar o jogo.
Para a etapa final, Cosme resolveu trocar Heliton, que não estava mal, e apostar em Alex Oliveira. O time melhorou e, aos 20 minutos, Mendes, que ainda não havia aparecido, empatou de cabeça. Em seguida, o árbitro marcou pênalti de Adriano em Alex Oliveira e aos 34, Mendes cobrou e tratou de definir o placar. E quem disse que acabou por aqui? Sim, o torcedor do Paysandu precisa estar em dia com seu cardiologista, pois um minuto depois, o juiz marcou um penal inexistente para o Penarol e expulsou Sidny, que não joga a volta. Mas, dessa vez, a estrela de Rondinelli não foi páreo para a do goleiro Ney, ‘expert’ em defender penalidades. Era a hora de respirar aliviado e pensar no domingo que vem, quando tem São Raimundo pela frente em Santarém, pelo Campeonato Paraense.
Diário do Pará

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