O treino com bola de hoje de manhã pode ter como novidade a presença do lateral direito Sidny. Recuperado de uma lesão muscular, o jogador agora corre contra o tempo para recuperar a melhor condição física depois de mais de suas semanas de tratamento e fisioterapia. "Fiz tratamento de manhã e de tarde por causa de uma lesão de grau dois. Há dez dias tenho feito reforço muscular e já estou no trabalho físico. Agradeço demais ao pessoal da fisioterapia que não tem horário para ajudar. Ainda bem, não me acostumo a ficar de fora", comentou o jogador.
Mesmo que fique em forma a tempo, o lateral não se vê garantido como titular. Para ele, a briga até a semana que vem será boa para ver quem entrará jogando diante do Luverdense-MT. "Tem todo um trabalho feito por trás do time. Não sei se vou voltar. Acredito que estarei à disposição, jogar depende do professor. Se entrar vou procurar fazer o melhor, como sempre. O Márcio e o Vagner são jogadores que sabem muito bem a função dele e estamos tranquilos quanto a eles."
De fora, mesmo com o Paysandu empatando fora de casa, Sidny garante que o sofrimento foi enorme ao ficar apenas acompanhando os companheiros sem poder fazer quase nada. "Com certeza é um desgaste enorme. É diferente. Quem está acostumado a ficar em campo sofre demais quando está de fora. Eu procuro ajudar de alguma maneira para não ficar só olhando". Mas acho que a vida de jogador é mais difícil que de torcedor. Jogador vai do céu ao inferno muito rapidamente, então é complicado."
Sobre o caráter decisivo do jogo de volta contra o time do Mato Grosso, o lateral lembra que partidas decisivas têm sido uma constante esse ano na Curuzu e essa será mais uma que ele e os demais jogadores terão que encarar. "A gente ainda depende só das nossas forças. Temos que fazer a nossa parte e secar um pouco os adversários", disse. "Quando cheguei aqui sempre tive jogos decisivos pela frente. É decisão atrás de decisão e pedimos aos torcedores que nos apoiem. A situação é complicada, mas sem eles é mais ainda. Com eles ao lado temos chance de conseguir o acesso", completou Sidny.
Amazônia Jornal
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