Do convívio com o craque Neymar, o atacante garante que aprendeu muito mais que o penteado moicano. Amadurecimento, diz ele, percebido até mesmo na melhor desenvoltura para dar entrevista. “Quando eu sai daqui, eu era apenas um garoto. Hoje eu amadureci muito pelas as equipes que passei. Tive a honra de jogar ao lado do grande jogador Neymar, mas o cabelo não tem nada a ver não”, desconversa o atacante, completando. “O Moisés de 2012 tem que ser melhor do que o de 2010”, deseja.
E desejo era tudo que o menino Moisés tinha quando saiu daqui. A vontade era de brilhar nacionalmente, assim como o colega de mesmo penteado. Mas, não deu. Sem oportunidades na Vila foi repassado ao Náutico, mas também amargou a reserva. Neste ano, chegou ao Ipatinga, mas marcou apenas um gol no Módulo II do Mineiro. Depois de passar por tudo isso, em dois anos, Moisés voltou exatamente onde começou.
“Eu venho desde a categoria de base do Paysandu. Já passei por muita coisa ruim. Então, estou preparado pra enfrentar muita coisa”, afirma. Afinal, ele sabe: a vida pode passar em um piscar de olhos.
Diário do Pará
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