Afinidade com charles no comando tem sido fator relevante no sucesso do Paysandu
No começo da década de 2000, Lecheva foi uma das peças mais importantes do melhor Paysandu de todos os tempos. Esteve presente nas maiores glórias do clube, como os títulos da Série B, Copa Norte, Copa dos Campeões e as participações na Libertadores da América e na Série A do Brasileirão. Desde que Charles Guerreiro assumiu o comando técnico do time, na reta final do primeiro turno do Parazão, ele passou a ser o auxiliar técnico do Papão. Para muitos, a afinidade dessa dupla é uma das razões da boa campanha. Ontem, após o coletivo, ele deu a seguinte entrevista.
AJ -Você estava presente na última vez em que o Paysandu conseguiu um acesso, em 2001. Dá para fazer um paralelo com aquela situação e a atual?
Lecheva - É totalmente diferente. Até comentei durante a semana que meus colegas me chamavam de "Homem de Gelo" quando jogava, por sempre mostrar frieza nesses momentos, agora é totalmente diferente. Fora de campo, a gente fica ansioso, mal dorme.
Mas, o apoio da torcida nesses últimos dias lembram os daquela época, não?
L - A expectativa da semana é bem parecida, mas as situações são bem diferentes. Em 2001 a gente veio de uma derrota quando a partida estava praticamente garantida. Chegamos aqui cabisbaixos e a torcida só fez nos incentivar. Eu fui um dos primeiros a desembarcar e vi aquela reação. Comentei com o próprio Sandro que aquilo era um sinal de que já éramos campeões. A semelhança é essa, o carinho da torcida.
É mais complicado ficar do lado de fora de um jogo como esse ou era mais quando era jogador?
L - Com certeza a ansiedade é maior agora, difícil de controlar. Fico pensando no que estaria fazendo em campo. Mas, é um processo que estou passando ainda. Estou satisfeito com o trabalho que vem sendo feito, é uma meta que pode ser alcançada. Sei que escrevi meu nome como jogador na história do clube, espero poder fazer isso também na comissão técnica.
Amazônia Jornal
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