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| (Foto: Mário Quadros) |
Aos 38 anos, o experiente atleta esbanjou muita tranquilidade e qualidade, com a bola nos pés. Virou o jogo de um lado para o outro; lançou, tabelou com os companheiros e em alguns momentos também ajudou na marcação. E Sandro fez isso tudo sem precisar de muita movimentação, segundo explica o técnico Edson Gaúcho. "O Sandro não precisa correr, essa é a diferença. Quem corre é a bola. Ele não vai mais conseguir marcar um atleta como quando ele tinha entre 27 e 28 anos, que ele chegava e ninguém conseguia. Hoje não, agora quando a bola está nos pés dele as coisas fluem. A diferença é essa", destaca o treinador.
Gaúcho também explica que Sandro não é mais nenhum menino (sic), outra fator que o difere dos demais companheiros de equipe e que o impossibilita de atuar por uma partida inteira, principalmente pelas condições climáticas de Belém, já que os jogos são realizados à tarde. Ontem, depois que o time Alviceleste já vencia por 4 a 0, o capitão bicolor foi substituído na metade da segunda etapa, bastante aplaudido de pé pelo torcedor que lotou a Curuzu e gritou o seu nome.
Diário do Pará

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