Passada a ressaca pela conquista do primeiro turno do Campeonato Paraense- 2009, é hora de pensar no segundo turno da competição. No primeiro treino após o título, realizado ontem à tarde no estádio da Curuzu, o assunto principal eram os atalhos para se dar bem no duelo contra o Vila Rica- Marajó, domingo que vem, pela rodada de abertura do returno. Jogando fora de casa, o Papão terá força máxima.
Para o meia Vélber, a equipe precisa iniciar a disputa pelo segundo turno como iniciou o primeiro: vencendo. “Não podemos perder o foco nas vitórias. Apenas brigando para vencer poderemos conquistar o título do returno. Fora de casa, os jogos sempre são mais difíceis, mas temos que entrar em campo buscando os três pontos”, avalia o “Risadinha”.
Sem jogadores suspensos ou no departamento médico, o técnico Edson Gaúcho não deve encontrar dificuldades para lançar a campo o que há de melhor no grupo. A formação inicial do jogo com o São Raimundo, no domingo, deve ser mantida.
>> Viagem deve ser de barco
Uma coisa é certa. As únicas formas de chegar ao município de Breves, localizado no arquipélago do Marajó, partindo de Belém, é de barco ou avião. O que diferencia as formas de transporte para o local onde o Vila Rica-Marajó enfrenta o Paysandu, pela primeira rodada do segundo turno do Campeonato Paraense-2009 são: comodidade e custos. Se a opção alviazul for por água – mais viável –, o custo é menor, porém o desgaste é grande. Por ar, o custo se equivale ao conforto.
A diretoria do clube teria como primeira opção a ida para o município marajoara de avião. O problema é que o aeroporto de Breves não recebe aeronaves de grande porte.
De barco, o Paysandu levaria cerca de oito horas até Breves. “O desgaste pela ida de barco ou navio é grande”, diz o presidente bicolor Luiz Omar Pinheiro.
A esperança por uma eventual viagem de avião estaria depositada na Federação Paraense de Futebol.
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