"O time fica mais leve, mais rápido, com mais opções e criações de chances de gol, então o time fica mais leve lá na frente. Bem melhor. Aí depende do Roberto. O que ele optar, estamos aqui para acatar. Interessante é sim. A gente tem as mesmas características de jogar sempre para frente. Sem esquecer de marcar, também, que é sempre importante. No futebol, hoje, o cara que ataca marca também, então eu e o Thiago ali pode dar certo", comentou Robinho.
Potiguar prefere nem mais comentar sobre o assunto e sim pensar somente no que espera o Papão na capital acreana. Por causa da importância e do nervosismo que cerca o confronto ele defende o bom astral que ronda o grupo bicolor, com brincadeiras e descontração entre os jogadores, mesmo mantendo a seriedade. "Antes de todos os jogos nós ficamos nervosos. Sabemos que vai ser uma partida bastante difícil, muito truncado, eu acho que as duas equipes precisam da vitória para classificar. Mas a gente está brincando, tentando tirar um pouco desse foco que pesa vai ser difícil lá dentro. Com um pouco de brincadeira a gente, fora de campo, eu acho que a mente da gente vai ficando mais tranquila. A gente precisa desses três pontos e com certeza, com todo o respeito, a gente vai em busca da vitória."
Sobre o tabu de 20 anos sem vencer em Rio Branco (AC), o meia sabe que mesmo com toda dificuldade que será encontrada o Paysandu tem como ir à Arena da Floresta e surpreender. "Tem que ter agora. De qualquer jeito a gente tem que ganhar. Temos que quebrar esse tabu que faz tempo. Ano passado eu não joguei, o time já estava classificado, fiquei de fora, o Charles (Guerreiro) me poupou. Mas agora eu estou no grupo, eu sei que a responsabilidade é grande, que a torcida espera que o time faça um belo jogo. E todo mundo que tiver lá dentro vai ajudar a, se Deus quiser, quebrar esse tabu por que o Paysandu merece essa classificação."
Amazônia Jornal
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