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Elton Lira é lateral-esquerdo. Rafael Lima é ala-direito (Foto: Mauro Ângelo) |
Elton Lira se diz disposto a conquistar a confiança da Fiel. “Sei que estou indo para um dos clubes mais vitoriosos do futebol do Norte brasileiro, que não tem a fama de Papão da Curuzu à toa. O Paysandu tem uma torcida muito apaixonada, e quero fazer por onde, ganhar a confiança dos torcedores. Estou chegando bem fisicamente, mas ainda preciso de uns dias de treinamento com o restante do elenco e, dependendo de como for, posso atuar normalmente pela equipe”, avisa.
Rafael Lima vem para a posição que já tem Cláudio Allax e Sidny e pode ajudar a suprir o problema da próxima quarta-feira (2), quando o Papão vai jogar contra o Penarol, no jogo de volta da Copa do Brasil. Sidny vai cumprir suspensão pelo cartão vermelho que tomou na ida e Allax ainda não pode assumir, visto que continua em tratamento no Departamento Médico bicolor. Oriundo de um time do Tocantins, com pouca expressão no futebol, Lima diz saber o terreno que vai pisar. “Sou lateral-direito e gosto de jogar nessa posição, pois é ali que mostro o meu futebol. Venho para o Paysandu sabendo da pressão do clube, da força do seu torcedor e espero fazer de tudo para conseguir meus objetivos aqui e sucesso”, almeja.
Tobias, seria a solução dos problemas?
Com sete zagueiros contratados pelo Paysandu, as chances de titularidade na posição são remotas para gente que aguarda por uma oportunidade. Na posição, Sérgio Cosme conta com Ari, Cristiano Laranjeira, Tinoco, Hebert, Nei Baiano, Diego Ourém e Tobias. E ainda tem Wesley Soeiro que está em testes. O setor tem sido criticado e muitos perguntam por Tobias, 20 anos, que é irmão de Bernardo, também revelado pelo Papão e que despontou no Águia e foi parar no Atlético (GO).
Tobias ficou em Belém e reconhece que Sérgio Cosme tem dado chance para a base, por isso diz que é paciente com a situação.
Com a chegada de Hebert e Nei Baiano, Tobias admite que ficou um pouco desanimado. “Às vezes penso nisso (ficar chateado), mas tenho contrato até 2012, venha quem vier, não tenho pressa. Minha hora vai chegar”, antevê.
Sobre Bernardo, Tobias diz que o irmão dá conselhos nesse sentido. “Quando converso com ele, me pede para eu ter calma, que não adianta eu me precipitar, se não for aqui, será em outro clube, mas meu sonho é jogar no Paysandu”, observa, na torcida para não precisar ter que despontar fora, como ocorreu com o irmão. “As pessoas lembram, de repente para não acabar com a mesma história do Bernardo, de ter que ir para outra equipe ser valorizado”, acredita.
Diário do Pará
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