O jogador afirmou que não houve falha e caso tivesse acontecido teria admitido.
'Acho que não errei. Haviaum zagueiro e um atacante em minha frente, não tive como socar mais forte e a bola sobrou para um adversário desmarcado. Quando se perde, sempre se fala muita coisa. Não acho que seja o momento, perdemos e temos que dar a volta por cima. Todos sabem que o gramado lá não é bom, mas não adianta reclamar porque já passou. Sabemos que, na Série C, temos que encarar esses campos', disse.
'A gente está até acostumado com isso. A cobrança sobre os goleiros é muito mais. É claro que a gente falha, somos pessoas normais, mas o importante é se manter tranquilo', completou Fávaro, que minimizou uma conversa que teve com o presidente Luiz Omar Pinheiro antes do jogo. Segundo ele, nada sobre esse assunto foi tratado. 'Foi uma conversa normal, sem nada sobre o lance'.
Se vencer o Luverdense-MT no domingo, na Curuzu, o clube paraense garante a presença entre dois primeiros até voltar para a nona rodada.
'O jogo é mais uma decisão para a gente. Não tem outro resultado que não seja a vitória, caso contrário o campeonato ficará complicado para a gente. Temos de ganhar porque vamos folgar na próxima rodada. Com quatro pontos a mais que o Luverdense, independentemente do que aconteça na rodada seguinte, ainda estaremos entre os dois primeiros.'
A proximidade de um jogo decisivo, justamente no retorno à Curuzu, acaba trazendo de volta à memória a tragédia do 'Salgueiraço' do ano passado. Fávaro foi justamente um dos jogadores que mais se mostrou abalado com a perda em casa da vaga para a Série B do Campeonato Brasileiro. Situação que, segundo ele, foi um acidente.
'Aquilo que aconteceu, por mais que a gente tente, não tem como esquecer. Não temos que trazer isso para dentro de campo porque vai nos atrapalhar, foi um acidente que aconteceu.'
Amazônia Jornal
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