O treino de ontem de manhã foi mais extenso, durou quase três horas entre coletivo, trabalhos físicos e atividades específicas, como finalizações. Zé Augusto confessa que os inúmeros exercícios foram desgastantes tanto a ele, como também à nova geração bicolor. “Não é porque eles têm entre 17 e 18 anos que não cansam. Ontem (segunda-feira) fizemos um trabalho muito bom fisicamente; hoje (ontem) o Nad fez um trabalho mais técnico e alguns estavam sentindo, mas isso é normal, até mesmo porque são jogadores que vêm da base e ainda precisam se adaptar”, revela.
Numa mistura de brincadeira e seriedade, aos 37 anos, Zé Augusto carrega a mesma responsabilidade dos outros bicolores do grupo que ainda está em formação. “É tio pra lá, tio pra cá, a gente leva da melhor maneira possível, sempre tentando colocar a eles a importância de se jogar no Paysandu. Alguns aí já estão assimilando rápido”, conta o jogador. “Com alguns garotos a gente já tem mais intimidade, já fez mais amizade, até coloca apelido em outros. Tem hora para brincadeira, mas também tem a hora de falar sério porque o futebol é feito de alegria, mas também é preciso ter seriedade”, reforça.
Diário do Pará
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